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Silício, ou quando a terra se (re/des)faz

Usina fotovoltaica – Agreste de Pernambuco · Agreste Pernambucano · PE · 2026

“Silício, ou quando a terra se (re/des)faz” acompanha duas criaturas humanoides e sem identidade definida em uma usina fotovoltaica, realizando um ritual ancestre-futurista entre poeira, vento, calor, radiação solar e placas fotovoltaicas. Por meio da dança, da paisagem sonora e do cinema experimental, o filme aproxima corpo, memória, tecnologia e território.

O silício, mineral que é o elo entre areia, vidro, corpos, circuitos eletrônicos e placas solares, torna-se metáfora de um futuro dito sustentável e ainda assentado em antigas formas de exploração. Entre ruídos eletrônicos, ritmos ancestrais e uma dança-conjuro, a obra convida a imaginar outras ecologias e modos de existir que escapem à lógica do desenvolvimento e do progresso.

Sem narrativa linear, a vídeo-performance gravada no agreste pernambucano transforma a crítica artística às promessas das energias renováveis em uma reflexão mais ampla sobre colonialidade, extrativismo e a possibilidade de futuros fractais que se re/des/fazem.

Ficha Técnica

Roteiro, concepção e pesquisa
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Direção
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Produção executiva
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Assistente de produção
Thales América
Direção coreográfica
Thales América
Direção de fotografia e pós-produção
Jardeson Barros
Direção de arte e making of
Alane Pimenta
Direção de figurino
Karol Diniz / Ateliê Reforma
Assistência financeira
Karol Diniz
Consultoria coreográfica
Lavínia Farias
Trilha sonora
Wilks
Assessoria jurídica
Esther Cristinna
Legendas
Thales América, Rodolfo
Assessoria de comunicação
Rodolfo
Identidade visual
Mateus Neves
Produção
Retalho Criativo
Realização
Facção Kapybarybe, Jardeson Foto, Art Wiris Records

Série audiovisual Corpo Monumento

Acessibilidade

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